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As delícias do ócio criativo

As delícias do ócio criativo

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Maio 20, 2024

Foureaux

 


Recebi de uma amiga. Gostei e compartilho...

 

"Adoro reticências...

Aqueles três pontos intermitentes que insistem em dizer que nada está fechado, que nada acabou, que algo sempre está por vir! A vida se faz assim!

Nada pronto, nada definido.

Tudo sempre em construção.

Tudo ainda por se dizer...

Nascendo...

Brotando...

Sublimando...

Vivo assim...

Numa eterna reticência...

Para que colocar ponto final?

O que seria de nós sem a expectativa de continuação?"

Maio 11, 2024

Foureaux

6d768b0e0f18883dba7f014e1a295d089cb19633.jpgAviso aos navegantes: não sei quem inventou isso. Logo, “vendo” o peixe pelo preço que “comprei”!

COMO FALAR SEM DIZER NADA

O que se vê abaixo é uma sequência de afirmações, em duas colunas, que permite a composição de vários períodos: basta combinar, em sequência, uma afirmação da primeira coluna, com uma da segunda (seguindo a mesma linha, ou “pulando” de uma para outra). O resultado sempre será um período correto, mas sem nenhum conteúdo. Experimente na próxima reunião e impressione o seu chefe!

Caros colegas, a execução deste projeto nos obriga à análise das nossas opções de desenvolvimento futuro.

 

 

Por outro lado, a complexidade dos estudos efetuados cumpre um papel essencial na formulação das nossas metas financeiras e administrativas.

 

 

 

Não podemos esquecer de que a atual estrutura de organização auxilia a preparação e a estruturação das atitudes e das atribuições da diretoria.

 

 

Do mesmo modo, o novo modelo estrutural aqui preconizado contribui para a correta determinação das novas proposições.

 

 

 

A experiência mostra que a consolidação das estruturas prejudica a percepção da importância das condições apropriadas para os negócios.

 

 

 

É fundamental ressaltar que a análise dos diversos resultados oferece uma boa oportunidade de verificação dos índices pretendidos.

 

A prática mostra que o desenvolvimento de formas distintas de atuação assume importantes posições na definição das opções básicas para o sucesso do programa.

 

 

Nunca é demais insistir que a constante divulgação das informações facilita a definição do nosso sistema de formação de quadros.

 

 

O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o início do programa de formação de atitudes acarreta um processo de reformulação

das formas de ação.

 

 

Assim mesmo, a expansão de nossa atividade exige precisão e definição dos conceitos de participação geral.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Maio 07, 2024

Foureaux

como-usar-a-virgula1459345516.jpg

Creio já ter publicado isso aqui. Pelo sim, pelo não, como gostei... publico de novo, ainda não conhecendo a autoria...

 

“100 anos da vírgula

Espectacular a campanha dos 100 anos da API (Associação Portuguesa de Imprensa)! 

A vírgula pode ser uma pausa... ou não:

Não, espere.

Não espere.

 

Ela pode fazer desaparecer o seu dinheiro:

€23,4.

€2,34.

 

Pode criar heróis:

Isso só, ele resolve! 

Isso, só ele resolve! 

 

Ela pode ser a solução:

Vamos perder, nada foi resolvido! 

Vamos perder nada, foi resolvido! 

 

A vírgula muda uma opinião:

Não quero saber! 

Não, quero saber! 

 

A vírgula pode condenar ou absolver:

Não tenha clemência!

Não, tenha clemência!

 

Uma vírgula muda tudo!

API: 100 anos a lutar para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

 

Considerações adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

  • ⁠⁠Se for mulher, certamente que colocou a vírgula depois de MULHER.
  • ⁠⁠Se for homem, certamente colocou a vírgula depois de TEM.

Moral da história: a vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos a pontuação! Pontue a sua vida com o que realmente importa. Isso faz toda a diferença! Partilhem esta mensagem como um presente da verdadeira Língua Portuguesa!”

Abril 30, 2024

Foureaux

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O que significa “No frigir dos ovos”?  

“Não é à toa que os estrangeiros acham nossa língua muito difícil. Como a Língua Portuguesa é rica em expressões! Veja o quanto o vocabulário “alimentar” está presente nas nossas metáforas do dia a dia. Aí vai.

Pergunta:

– Alguém sabe explicar-me, num Português claro e direto, sem figuras de linguagem, o que quer dizer a expressão ‘no frigir dos ovos’?

Resposta:

– Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce, mas não é mole, nem sempre você tem ideias. Pra descascar esse abacaxi, só metendo a mão na massa. E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas. Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo. Contudo, é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou, para poder vender o seu peixe. Afinal, não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos. Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e aí, vai com muita sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha. São escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão. Há também aqueles que são arroz de festa que, com a faca e o queijo nas mãos, se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca e, no fim, quem paga o pato é o leitor, que sai com cara de quem comeu e não gostou. O importante é não cuspir no prato em que se come, pois, quem lê, não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente. Por outro lado, se você tiver os olhos maiores que a barriga, o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado, porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha não. O pepino é só seu e o máximo que você vai ganhar é uma banana. Afinal, pimenta nos olhos dos outros é refresco. A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas, quem não arrisca não petisca e depois, quando se junta a fome com a vontade de comer, as coisas mudam da água pro vinho.

Se embananar de vez em quando é normal. O importante é não desistir, mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa para sua sardinha, que no frigir dos ovos, a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda. Entendeu o que significa ‘no frigir dos ovos’?

(Autor desconhecido)”

 

Abril 19, 2024

Foureaux

maxresdefault.jpgLembrando, antes de mais, que o VOTO é que faz com que o ciclo da safadeza continue. É bom entender: o “VOTO

"VOCÊ SABE O QUE É SAFADEZA???

O título até pode ser deselegante, mas que é muito verdadeiro...

  1. SAFADEZA é comparar a pensão de um Deputado com a de uma Viúva.
  2. SAFADEZA é um Cidadão ter que contribuir ao longo de 35 anos para ter direito a receber pensão, enquanto deputados necessitam somente 1 ou 2 mandatos, conforme o caso, e alguns membros do Governo, para terem o direito de cobrar Pensão Máxima precisam unicamente do Juramento de Posse.
  3. SAFADEZA é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que têm isenção de IR sobre 1/3 de seu salário.
  4. SAFADEZA é por, na Administração pública, milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários almejados pelos Mais Qualificados Técnicos.
  5. SAFADEZA é a enorme quantidade de Dinheiro destinado a apoiar os Partidos, situação aprovada pelos mesmos Políticos que vivem deles.
  6. SAFADEZA é que a um Político não se exija a mínima comprovação de Capacidade para exercer o Cargo (e nem estamos a nos referir à capacidade Intelectual ou Cultural). 7. SAFADEZA é o valor gasto por essa tropa de safados com alimentação, veículos Oficiais, Motoristas, Viagens (sempre em 1ª Classe), Cartões de Crédito etc. 
  7. SAFADEZA é essa mesma corja ter direito a quase 5 meses de Férias ao Ano (48 dias no Natal, uns 17 na Semana Santa, (mesmo que muitos se declarem não religiosos), e uns 82 dias no Verão).
  8. SAFADEZA é essa corja, quando acaba um mandato, manter 80% do Salário por mais 18 meses.
  9. SAFADEZA é ex-Ministro, ex-Secretário de Estado e outros de Altos Cargos da Política serem os únicos cidadãos deste País que podem legalmente acumular dois recebimentos do Erário Público.
  10. SAFADEZA é se permitir que usem os Meios de Comunicação Social para mentir à Sociedade sobre seus feitos e seguirem assaltando os Bolsos dos Contribuintes. Esta deveria ser uma dessas correntes que nunca poderia se romper!!! NUNCA, porque só nós podemos acabar com TUDO ISSO.”

PS: o texto não é de minha autoria, por isso, as aspas. Cortei apenas uma expressão final por excessiva...

Abril 09, 2024

Foureaux

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Depois de um intervalo alongado, volto com uma postagem, digamos, enigmática. Há que ler com olhos de ver e pensar, inclusive em voz alta, com ouvidos de ouvir. Para bom entender, um pingo é letra!

Ameaça, substantivo feminino que tem três acepções no Houaiss: fato, ação, gesto ou palavra que intimida ou atemoriza; indício de acontecimento desfavorável ou maléfico, sinal; ato que ficou ou ainda está no princípio; intenção. A etimologia da palavra mostra que o vocábulo se origina do latim vulgar minacia do adjetivo que significa ‘iminente’ (com aglutinação do artigo).

Então, repetindo: ameaça é um substantivo feminino que identifica palavra, ato, gesto pelos quais se exprime a vontade que se tem de fazer mal a alguém; intimidação; sinal, manifestação que leva a acreditar na possibilidade de ocorrer alguma coisa, ou sinal de que algo ruim ou prejudicial pode acontecer.

Entenda quem quiser e/ou puder... e se puder e/ou quiser...

Janeiro 09, 2024

Foureaux

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Diz o calendário que hoje se comemora o dia do fico. As minúsculas não expressam, aqui, menosprezo pela data ou desrespeito pela História. É simplesmente um ato de escrita descompromissada. Com toda certeza há documentos, em papel, guardados em algum lugar que comprovam a ocorrência deste fato: o dia do fico. Na verdade, este é o objetivo da História: relatar fatos. E o faz usando relatos que se consubstanciam através de palavras. assim numa ilação nem um pouco alucinada, pode-se concluir que fatos e palavras são concretos, ainda que manipuláveis pelo relato. Historiadores de verdade vão relatar – de maneiras várias, claro está, isso vai depender de seu objetivo e da “chave” de leitura que vau usar para abrir as portas do passado! – este fato sem nenhuma preocupação para além de, no máximo, analisá-lo. Já algum “historiador” supremacista, heterossexual, branco, androcêntrico e misógino há de encontrar cabelo em casca de ovo para desandar com tudo e dizer que o dia do fico não passou de um “gópi”. Pelo sim, pelo não, fico, como na História com os fatos. No meu caso, as palavras e são duas que podem dizer muito do que está por detrás de toda esta falação. Aí vão elas (o grifo é meu):

Democracia: substantivo feminino. Governo em que o poder é exercido pelo povo. Regime que se baseia na ideia de liberdade e de soberania popular através dos quais não há desigualdades ou privilégios entre classes: a democracia, em oposição à ditadura, permite que os cidadãos se expressem livremente.Sistema governamental e político em que os dirigentes são escolhidos através de eleições populares (...). Nação ou país cujos preceitos se baseiam no sistema democrático. Etimologia (origem da palavra democracia): a palavra democracia deriva do grego “demokratia,as”, pela junção de “demos”, que significa povo, e “kratía”, com sentido de poder, de força.

Povo: substantivo masculino. Conjunto das pessoas que vivem em sociedade, compartilham a mesma língua, possuem os mesmos hábitos, tradições, e estão sujeitas às mesmas leis. Conjunto dos cidadãos de um país em relação aos seus governantes: um presidente que governa para o povo. Conjunto de indivíduos que constituem uma nação. Conjunto de pessoas que, embora não habitem o mesmo lugar, possuem características em comum, falando de origem, religião etc. Conjunto de pessoas que compõem a classe mais pobre de uma sociedade; plebe. Pequena aldeia; lugarejo, aldeia, vila. Público, considerado em seu conjunto.Quantidade excessiva de gente; multidão. [Popular] Quem faz parte do que se considera família ou é considerado dessa forma: cheguei e trouxe meu povo! Substantivo masculino plural (povos): conjunto de países, falando em relação à maioria deles: os povos sul-americanos sofreram com as invasões europeias.Designação da raça humana, de todas as pessoas: esperamos que os povos se juntem para melhorar o planeta. Etimologia (origem da palavra povo). A palavra povo deriva do latim “populus,i”, com o mesmo sentido “povo”.

As fontes:

https://www.dicio.com.br/democracia/#:~:text=Significado%20de%20Democracia,os%20cidadãos%20se%20expressem%20livremente

https://www.dicio.com.br/povo/ 

Novembro 09, 2023

Foureaux

palavrasdificeis.jpg.webp


Denegrir
: verbo transitivo direto e pronominal. Significa tornar escuro, com aspecto obscuro, sem brilho; obscurecer: a sujeira denegria os móveis (em sentido figurado). Manchar a reputação de algo ou de alguém; difamar (esta acepção pode ser considerada ofensiva): os boatos denegriram a imagem da empresa; ele se denegriu com o escândalo de corrupção. Reduzir a transparência de; manchar-se: denegrir um tecido.Etimologia (origem da palavra denegrir). O verbo denegrir tem sua origem do latim “denigrare”, que significa manchar a reputação de alguém ou tirar o mérito de.

Buraco negro: é uma região do espaço-tempo em que o campo gravitacional é tão intenso que nada – nenhuma partícula ou Radiação eletromagnética como a luz – pode escapar.

Criado-mudo: substantivo masculino. Móvel pequeno colocado ao lado da cabeceira da cama; mesa de cabeceira. Etimologia (origem da palavra criado-mudo). A palavra criado mudo deriva da junção de criado, e mudo; por influência do inglês dumbwaiter.

É preciso voltar a ensinar a Língua Portuguesa logo depois da alfabetização. Neste ensino, é mais que urgente enfatizar que existe a possibilidade de dois sentidos para TODAS as palavras e construções sintáticas que a partir da sua articulação é possível pensar. Além disso, quando se lê, fala ou escreve, há que SEMPRE considerar o contexto para que obscenidades linguísticas não venham a perpetuar-se no âmbito da comunicação como, infelizmente, vem acontecendo.

Agosto 05, 2023

Foureaux

Unknown.jpegA postagem de hoje é mero resultado do famigerado seleciona-copia-cola. Tão prático, tão falacioso. Tão útil para a minha preguiça. Tirei de uma postagem do Twitter, da página de um médico cujas publicações sempre me interessam por inteligentes, sagazes, sarcásticas (às vezes), sempre acertadas. Fica, portanto, assentado que é apenas isso. Não custa insistir no fato de que o simples compartilhamento não significa a absoluta e irrecorrível concordância com o conteúdo do que é partilhado. Claro está que entre o branco e o preto há muitos tons de cinza – para além das outras cores. Punto i basta!

“Manipulam a narrativa de privilégios e chamam de direitos.

Manipulam a narrativa de trabalhos forçados e chamam de contribuições & impostos.

Manipulam a narrativa de propriedade privada e chamam de função social.

Manipulam a narrativa de pensamento independente e chamam de subversão.

Manipulam a narrativa de centralização da censura e chamam de democracia.

Manipulam a narrativa de tratamento precoce e chamam de negacionismo.

Manipulam a narrativa de risco imunológico e chamam de vacina.

Manipulam a narrativa de transtornos psiquiátricos e chamam de mais políticas inclusivas.

Manipulam a narrativa de p3dofilia e chamam de preferência.

Manipulam a narrativa de assassinato de crianças e chamam de controle de natalidade.

Manipulam a narrativa de masculinidade e chamam de machismo.

Manipulam a narrativa de conhecimento e chamam de arrogância.

Manipulam a narrativa de burrice e chamam de humildade.

Manipulam a narrativa de força e chamam de risco.

Manipulam a narrativa de preguiça e chamam de felicidade.

Manipulam a narrativa de sucesso e chamam de opressão.

Manipulam a narrativa de barbárie e chamam de tolerância.

Pare de ser manipulado.

10:53 AM – 4 de ago de 2023.”

Agosto 01, 2023

Foureaux

Vírgula.jpegTenho a impressão de que já publiquei este texto aqui no blogue. Gosto tanto dele que resolvi publicar de qualquer jeito, sendo uma segunda (ou terceira?) vez ou não. É importante, interessante, divertido. Num tempo em que o analfabetismo funcional grassa, sempre é bom relembrar do básico, do fundamental. Desconheço a autoria (recebi, no Whatsapp, de um amigo querido, o Gerson Luiz Roani).

“100 anos da vírgula

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa)! 

A vírgula pode ser uma pausa... ou não:

Não, espere.

Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro:

R$ 23,4.

R$ 2,34.

Pode criar heróis:

Isso só, ele resolve! 

Isso, só ele resolve! 

Ela pode ser a solução:

Vamos perder, nada foi resolvido! 

Vamos perder nada, foi resolvido! 

A vírgula muda uma opinião:

Não queremos saber! 

Não, queremos saber! 

A vírgula pode condenar ou salvar:

Não tenha clemência!

Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo!

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Considerações adicionais: 

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA QUILÔMETROS À SUA PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.

* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

 Moral da história: a vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos a pontuação!

Pontue sua vida com o que realmente importa.

Isso faz toda a diferença!

Compartilhem esta mensagem como um presente de Português!

União.jpeg

 

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