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As delícias do ócio criativo

05.10.25

Resultado de imagem para exodo
Do nada (bem... não é bem “do nada”..., mas a força da expressão procede!). Então... do nada, apareceu na tela do meu “esperto” um vídeo em que um homem aparece numa porta perguntando onde na Bíblia está escrito que nós podemos fazer imagens (Quase literalmente isso). Faz outras perguntas, mas quero fixar-me apenas nesta. A mulher responde: “Êxodo, 25, 18”. Fiquei curioso. Procurei o tal versículo na internete. Encantado, li todo o capítulo 25 do Êxodo. O segundo livro da Bíblia: Êxodo. No Houaiss, tem-se o seguinte verbete: nome, substantivo masculino. Emigração de todo um povo ou saída de pessoas em massa; o segundo livro da Bíblia, em que se narra a fuga dos hebreus do Egito; na rubrica teatro, no antigo teatro grego, o episódio final da tragédia e/ou o final de uma comédia ou episódio cômico que se seguia à representação de uma tragédia. Claro está que fiz algumas adaptações no verbete. Nada criminoso... O que desejo partilhar é certo encantamento com o texto bíblico, sobretudo na aguda descrição dos detalhes necessários para cumprir a lei mosaica. Espero não estar incorrendo em erro histórico e/ou heresia. Só desejo partilhar meu encantamento, as dúvidas e as questões, inumeráveis, vão continuar comigo, na minha intimidade... Fique(m) com o texto bíblico:

1Disse o Senhor a Moisés:

2"Diga aos israelitas que me tragam uma oferta. Receba-a de todo aquele cujo coração o compelir a dar.

3Estas são as ofertas que deverá receber deles: ouro, prata e bronze;

4fios de tecidos azul, roxo e vermelho, linho fino, pelos de cabra;

5pe­les de carneiro tingidas de vermelho, couro, madeira de acácia;

6azeite para iluminação, especiarias para o óleo da unção e para o incen­so aromático;

7pedras de ônix e outras pedras preciosas para serem encravadas no colete sa­cerdotal e no peitoral.

8"E farão um santuário para mim, e eu habitarei no meio deles.

9Façam tudo como eu lhe mostrar, conforme o modelo do tabernáculo e de cada utensílio.

A arca

10"Faça uma arca de madeira de acácia com um metro e dez centímetros de compri­mento, setenta centímetros de largura e setenta centímetros de altura.

11Revista-a de ouro puro, por dentro e por fora, e faça uma moldura de ouro ao seu redor.

12Mande fundir quatro argo­las de ouro para ela e prenda-as em seus quatro pés, com duas argolas de um lado e duas do outro.

13De­pois faça varas de madeira de acácia, revista-as de ouro

14e coloque-as nas argolas laterais da arca, para que possa ser carregada.

15As varas permanecerão nas argolas da arca; não devem ser retiradas.

16Então coloque dentro da arca as tábuas da aliança que lhe darei.

17"Faça uma tampa de ouro puro com um metro e dez centímetros de comprimento por setenta centímetros de largura,

18com dois querubins de ouro batido nas extremidades da tampa.

19Faça um querubim numa extremidade e o segundo na outra, formando uma só peça com a tampa.

20Os querubins devem ter suas asas estendidas para cima, cobrindo com elas a tampa. Ficarão de frente um para o outro, com o rosto voltado para a tampa.

21Coloque a tampa sobre a arca e dentro dela as tábuas da aliança que darei a você.

22Ali, sobre a tampa, no meio dos dois querubins que se encontram sobre a arca da aliança, eu me encontrarei com você e lhe darei todos os meus mandamentos destina­dos aos israelitas.

A mesa

23"Faça uma mesa de madeira de acácia com noventa centímetros de comprimento, qua­renta e cinco centímetros de largura e setenta centímetros de altura.

24Revista-a de ouro puro e faça uma moldura de ouro ao seu redor.

25Faça também ao seu redor uma borda com a largura de quatro dedos e uma moldura de ouro para essa borda.

26Faça quatro argolas de ouro para a mesa e prenda-as nos quatro cantos dela, onde estão os seus quatro pés.

27As argolas devem ser presas próximas da borda para que sustentem as varas usadas para carregar a mesa.

28Faça as varas de madeira de acácia, revestindo-as de ouro; com elas se carregará a mesa.

29Faça de ouro puro os seus pratos e o recipiente para incenso, as suas tigelas e as bacias nas quais se derramam as ofertas de bebidas.

30Coloque so­bre a mesa os pães da Presença, para que este­jam sem­pre diante de mim.

O castiçal

31"Faça um candelabro de ouro puro e batido. O pedestal, a haste, as taças, as flores e os botões do candelabro formarão com ele uma só peça.

32Seis braços sairão do candelabro: três de um lado e três do outro.

33Haverá três taças com formato de flor de amêndoa num dos bra­ços, cada uma com botão e flor; e três taças com formato de flor de amêndoa no braço se­guinte, cada uma com botão e flor. Assim será com os seis braços que saem do candelabro.

34Na haste do candelabro haverá quatro taças com formato de flor de amên­doa, cada uma com botão e flor.

35Haverá um botão debaixo de cada par dos seis braços que saem do candela­bro.

36Os braços com seus botões formarão uma só peça com o candelabro; tudo feito de ouro puro e batido.

37"Faça-lhe também sete lâmpadas e coloque-as nele para que iluminem a frente dele.

38Seus cortadores de pavio e seus apagado­res serão de ouro puro.

39Com trinta e cinco quilos de ouro puro faça o candelabro e todos esses utensílios.

40Tenha o cuidado de fazê-lo segundo o modelo que lhe foi mostrado no mon­te.

 

06.01.23

Esta é a primeira postagem de 2023. Como faço todos os anos, troco a aparência do blogue. Penso que já fiz isso no meio do ano, uma ou duas vezes. Não me lembro. Este ano vou tentar fazê-lo. De qualquer maneira, continuo, entre trancos e barrancos, escrevendo aqui desde 6 de outubro de 2009, quando fiz, oficialmente, minha primeira postagem. Este ano, completo 14 anos de postagens, não ininterruptas, mas persistentes. Hoje, então, a primeira do (novo) ano. É uma parábola. Recebi-a do querido Luiz Fernando, amigo-irmão que a vida fez com tivéssemos os caminhos cruzados num feriado de 12 de outubro de 1987. Muito tempo. Mandou-me hoje e abro as atividades “bloguísticas” com a parábola que ele enviou. É ler, gostar (ou não) e pensar (quem sabe?). Desconheço a autoria.

 

O 4º REI MAGO

Há uma lenda de que nos ensina o que Deus espera de nós. Dizem que houve um quarto Rei Mago, que também viu a estrela brilhar em Belém e decidiu segui-la. Como presente, pensou em oferecer ao Menino um baú cheio de pérolas preciosas. No entanto, em seu caminho, ele encontrou várias pessoas que estavam pedindo sua ajuda. Este Rei Mago os assistiu com alegria e diligência, e ele deixou a cada um deles uma pérola. Mas isso estava atrasando sua chegada e esvaziando seu baú. Ele encontrou muitos pobres, doentes, aprisionados e miseráveis, e não podia deixá-los sem supervisão. Ele ficou com eles pelo tempo necessário para aliviar a dor e depois partiu, o que foi novamente interrompido por outro desamparado. Aconteceu que quando finalmente chegou a Belém, os outros reis magos não estavam mais lá e o Menino Jesus fugira com seus pais para o Egito, porque o rei Herodes queria matá-lo. O Rei Mago continuou procurando-o sem a estrela que o guiara antes. Ele procurou, procurou e procurou... e dizem que ele passou mais de trinta anos viajando pela Terra, procurando a criança e ajudando os necessitados. Até que um dia chegou a Jerusalém justamente no momento em que a multidão enfurecida exigia a morte de um pobre homem. Olhando-o, ele reconheceu algo familiar em seus olhos. Entre dor, sangue e sofrimento, pode ver em seus olhos o brilho daquela estrela. Aquele que estava sendo executado era a criança que ele havia procurado por tanto tempo. A tristeza encheu seu coração, já velho e cansado pelo tempo. Embora ainda guardasse uma pérola na bolsa, era tarde demais para oferecê-la à criança que agora, transformada em homem, pendia de uma cruz. Ele havia falhado em sua missão. E sem mais para onde ir, ficou em Jerusalém para esperar a morte chegar. Apenas três dias se passaram quando uma luz ainda mais brilhante do que mil estrelas encheram seu quarto. Foi o Ressuscitado que veio ao seu encontro! O Rei Mago, caindo de joelhos diante Dele, pegou a pérola que ficou e estendeu-a a Jesus, que a segurou e carinhosamente e disse:

 

“Você não falhou. Pelo contrário, você me encontrou por toda a sua vida. Eu estava nu e você me vestiu. Eu estava com fome e você me deu comida. Eu estava com sede e você me deu uma bebida. Eu fui preso e você me visitou. Eu estava em todas as pessoas necessitadas que você assistiu no seu caminho. Muito obrigado por tantos presentes de Amor! Agora você estará comigo para sempre, porque o céu é a sua recompensa.”

 

A história não requer explicação ... somos o quarto Mago e damos continuidade ao seu trabalho todas as vezes que ajudamos alguém ao longo dessa caminhada chamada vida. Hoje termina o tempo litúrgico do Natal e desejo que as bênçãos e os ensinamentos do Mestre Jesus acompanhem você todos os dias deste ano. Muita Paz e Amor na sua vida.

 

 

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