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As delícias do ócio criativo

As delícias do ócio criativo

Maio 07, 2024

Foureaux

como-usar-a-virgula1459345516.jpg

Creio já ter publicado isso aqui. Pelo sim, pelo não, como gostei... publico de novo, ainda não conhecendo a autoria...

 

“100 anos da vírgula

Espectacular a campanha dos 100 anos da API (Associação Portuguesa de Imprensa)! 

A vírgula pode ser uma pausa... ou não:

Não, espere.

Não espere.

 

Ela pode fazer desaparecer o seu dinheiro:

€23,4.

€2,34.

 

Pode criar heróis:

Isso só, ele resolve! 

Isso, só ele resolve! 

 

Ela pode ser a solução:

Vamos perder, nada foi resolvido! 

Vamos perder nada, foi resolvido! 

 

A vírgula muda uma opinião:

Não quero saber! 

Não, quero saber! 

 

A vírgula pode condenar ou absolver:

Não tenha clemência!

Não, tenha clemência!

 

Uma vírgula muda tudo!

API: 100 anos a lutar para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

 

Considerações adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

  • ⁠⁠Se for mulher, certamente que colocou a vírgula depois de MULHER.
  • ⁠⁠Se for homem, certamente colocou a vírgula depois de TEM.

Moral da história: a vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos a pontuação! Pontue a sua vida com o que realmente importa. Isso faz toda a diferença! Partilhem esta mensagem como um presente da verdadeira Língua Portuguesa!”

Janeiro 09, 2024

Foureaux

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Diz o calendário que hoje se comemora o dia do fico. As minúsculas não expressam, aqui, menosprezo pela data ou desrespeito pela História. É simplesmente um ato de escrita descompromissada. Com toda certeza há documentos, em papel, guardados em algum lugar que comprovam a ocorrência deste fato: o dia do fico. Na verdade, este é o objetivo da História: relatar fatos. E o faz usando relatos que se consubstanciam através de palavras. assim numa ilação nem um pouco alucinada, pode-se concluir que fatos e palavras são concretos, ainda que manipuláveis pelo relato. Historiadores de verdade vão relatar – de maneiras várias, claro está, isso vai depender de seu objetivo e da “chave” de leitura que vau usar para abrir as portas do passado! – este fato sem nenhuma preocupação para além de, no máximo, analisá-lo. Já algum “historiador” supremacista, heterossexual, branco, androcêntrico e misógino há de encontrar cabelo em casca de ovo para desandar com tudo e dizer que o dia do fico não passou de um “gópi”. Pelo sim, pelo não, fico, como na História com os fatos. No meu caso, as palavras e são duas que podem dizer muito do que está por detrás de toda esta falação. Aí vão elas (o grifo é meu):

Democracia: substantivo feminino. Governo em que o poder é exercido pelo povo. Regime que se baseia na ideia de liberdade e de soberania popular através dos quais não há desigualdades ou privilégios entre classes: a democracia, em oposição à ditadura, permite que os cidadãos se expressem livremente.Sistema governamental e político em que os dirigentes são escolhidos através de eleições populares (...). Nação ou país cujos preceitos se baseiam no sistema democrático. Etimologia (origem da palavra democracia): a palavra democracia deriva do grego “demokratia,as”, pela junção de “demos”, que significa povo, e “kratía”, com sentido de poder, de força.

Povo: substantivo masculino. Conjunto das pessoas que vivem em sociedade, compartilham a mesma língua, possuem os mesmos hábitos, tradições, e estão sujeitas às mesmas leis. Conjunto dos cidadãos de um país em relação aos seus governantes: um presidente que governa para o povo. Conjunto de indivíduos que constituem uma nação. Conjunto de pessoas que, embora não habitem o mesmo lugar, possuem características em comum, falando de origem, religião etc. Conjunto de pessoas que compõem a classe mais pobre de uma sociedade; plebe. Pequena aldeia; lugarejo, aldeia, vila. Público, considerado em seu conjunto.Quantidade excessiva de gente; multidão. [Popular] Quem faz parte do que se considera família ou é considerado dessa forma: cheguei e trouxe meu povo! Substantivo masculino plural (povos): conjunto de países, falando em relação à maioria deles: os povos sul-americanos sofreram com as invasões europeias.Designação da raça humana, de todas as pessoas: esperamos que os povos se juntem para melhorar o planeta. Etimologia (origem da palavra povo). A palavra povo deriva do latim “populus,i”, com o mesmo sentido “povo”.

As fontes:

https://www.dicio.com.br/democracia/#:~:text=Significado%20de%20Democracia,os%20cidadãos%20se%20expressem%20livremente

https://www.dicio.com.br/povo/ 

Agosto 05, 2023

Foureaux

Unknown.jpegA postagem de hoje é mero resultado do famigerado seleciona-copia-cola. Tão prático, tão falacioso. Tão útil para a minha preguiça. Tirei de uma postagem do Twitter, da página de um médico cujas publicações sempre me interessam por inteligentes, sagazes, sarcásticas (às vezes), sempre acertadas. Fica, portanto, assentado que é apenas isso. Não custa insistir no fato de que o simples compartilhamento não significa a absoluta e irrecorrível concordância com o conteúdo do que é partilhado. Claro está que entre o branco e o preto há muitos tons de cinza – para além das outras cores. Punto i basta!

“Manipulam a narrativa de privilégios e chamam de direitos.

Manipulam a narrativa de trabalhos forçados e chamam de contribuições & impostos.

Manipulam a narrativa de propriedade privada e chamam de função social.

Manipulam a narrativa de pensamento independente e chamam de subversão.

Manipulam a narrativa de centralização da censura e chamam de democracia.

Manipulam a narrativa de tratamento precoce e chamam de negacionismo.

Manipulam a narrativa de risco imunológico e chamam de vacina.

Manipulam a narrativa de transtornos psiquiátricos e chamam de mais políticas inclusivas.

Manipulam a narrativa de p3dofilia e chamam de preferência.

Manipulam a narrativa de assassinato de crianças e chamam de controle de natalidade.

Manipulam a narrativa de masculinidade e chamam de machismo.

Manipulam a narrativa de conhecimento e chamam de arrogância.

Manipulam a narrativa de burrice e chamam de humildade.

Manipulam a narrativa de força e chamam de risco.

Manipulam a narrativa de preguiça e chamam de felicidade.

Manipulam a narrativa de sucesso e chamam de opressão.

Manipulam a narrativa de barbárie e chamam de tolerância.

Pare de ser manipulado.

10:53 AM – 4 de ago de 2023.”

Abril 26, 2023

Foureaux

Desde que me entendo por gente sei que a Língua Portuguesa é uma língua viva. Logo, por via de consequência, tudo o que nela se cria é passível de explicação, de esclarecimento. Um dos instrumentos para isso é o estudo da composição das palavras. Nem todas as palavras da Língua Portuguesa são simples. Ou seja, algumas são formadas pela junção de dois (ou mais) elementos. Por exemplo: Filosofia é o nome de uma disciplina (ou ciência, a escolha ainda é livre!) que em sua formação junta dois elementos philo e sophia. Ambos são originários do Grego. Philo quer dizer “amizade, amor fraterno”, sophia quer dizer “sabedoria”. Filosofia, portanto, significa “amizade pela sabedoria”. Claro está que este é o sentido etimológico do termo, o que não impede que outras maneiras de identificar o significado dele sejam possíveis. Falo disso por penso em quatro palavrinhas esquisitas: Escopofobia (medo de ser olhado ou encarado por outras pessoas), Agorafobia (medo e/ou ansiedade de ficar em situações ou locais sem uma maneira de escapar facilmente; medo de grandes áreas abertas); Fagofobia (condição psiquiátrica caracterizada pelo medo de sufocar ou engasgar ao engolir alimentos ou comprimidos). É necessário notar que as três palavrinhas esquisitas têm seu sentido resultante da sua composição com dois elementos, a saber, pela ordem: escopo+fobia, agora+fobia, fagos+fobia. Não estou dando aula de Morfologia, em seu capítulo dedicado à formação de palavras. Por conta disso, dirijo o foco de minhas elucubrações sobre o segundo elemento composicional – fobia. Esta palavra é originária do termo grego phóbos que significa ação de horrorizar, amedrontar, dar medo + -ia, partícula que remete à ideia de organização, sistematização, ordenamento. Em outras palavras, fobia é o termo que indica medo exagerado de algo ou de alguma situação. Gera no indivíduo uma sensação de terror, pânico, ansiedade e perturbação. Ora, ora, ora... Fica mais que cristalinamente claro que todas as palavras que carregam em sua forma o elemento composicional “fobos”, como nos exemplos apresentador, vai ter em seu sentido a ideia de medo. Isso é mito importante para o que desejo, de fato, comentar. Dadas estas diretrizes de raciocínio, vamos considerar três palavrinhas, igualmente esquisitas (ainda que não pela mesma razão). Elas andam circulando serelepes e fagueiras nas “bocas de matildes” que pululam pela face do rincão nacional, para não dizer do planeta. São elas: gordofobia, homofobia e transfobia. Seguindo o raciocínio anterior (sempre lembrando que posso estar redondamente enganado e tendo a certeza de que vou desagradar a muita gente, mas isso não me importa... mesmo!), creio não estar equivocado ao afirmar que gordofobia é medo de gordos/as ou de gordura; homofobia é medo de homossexuais e transfobia é medo de pessoas trans (alguém em sã consciência e de posse de todas as faculdades mentais equilibradamente em funcionamento pode explicar o que é, de fato, isso?). Estou certo? Estou errado? Se é assim, uma pessoa não pode ser presa, criminalizada, escorraçada, isolada, punida por “ser” gordofóbico, homofóbico ou transfóbico. Por uma questão de etimologia, de processos de formação de palavras e de morfologia, essas pessoas identificam pessoas ou situações que têm medo. Não são pessoas que cometem crimes ou ofendem a quem quer que seja. Elas têm medo. Pode ser que os doutos conhecedores de tudo, sempre de plantão para suplantar elucubrações como as minhas, venham a desferir um golpe mortal sobre a minha pretensão obtusa (para eles!). Ou seja, Pessoas que têm medo de fordos/as ou de gordura, de homossexuais e de pessoas trans, podem, em função deste medo, cometer crimes de sectarismo, de ofensa à pessoa humana, ou crimes de outra natureza que o judiciário venha a determinar como tal (é assim que as coisas andam acontecendo aqui nos estados unidos de bruzundanga). Com raiva ou medo (para esses “doutos” dá no mesmo) o resto da humanidade tem que se calar sobre um fato linguístico, ainda que passível de diversa interpretação discursiva. Creio que é possível comparar esta situação com a incrível abstração de acreditar (e querer impor esta crença) na existência de mais de dois sexos, BIOLOGICAMENTE determinados: o masculino (XY) e o feminino (XX). Talvez eu devesse inverter a ordem destes dois nomes, para não ser acusado de misoginia. Mas vou deixar assim como está. Pressinto que as pedras vão começar a cair assim que a postagem “for ao ar”. mais não digo!

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