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As delícias do ócio criativo

14.10.25

Pra variar, ando numa maré de preguiça que nem sei. Deve ser por conta dos 70, da hipocrisia circundante, da vilania alheia ou mesmo chatice minha mesmo. Encontrei este texto guardado e resolvi partilhar, só pra não dizer que não estou ‘postando’ (detesto este ‘verbo’!) nada... Segue o texto.

“Nós somos aquela geração que não vai voltar. Crescemos com sapatos cheios de pó, joelhos raspados e coração apressado. não para olhar para uma tela,

mas para terminar o lanche e sair correndo para a rua – onde a única coisa importante era uma bola e alguns amigos. Nós éramos os que voltávamos da escola a pé. falando alto ou sonhando em silêncio, com a mente já no próximo jogo, na próxima aventura, entre um buraco na areia e um segredo sussurrado atrás de um canto.

Um pau podia ser uma espada. Uma poça virava um mar para conquistar. Nossos tesouros eram berlindes, cromos, barquinhos de papel. E o céu, nosso único limite.

Não tínhamos backups, apenas memórias na mente e nos rolos fotográficos. As fotos eram tocadas, cheiradas, guardadas em gavetas – junto a cartas escritas à mão, postais dos avós, e desenhos coloridos que os pais guardavam como joias.

Nós chamávamos de ‘mãe’ a quem curava nossas febres e ‘pai’ que nos ensinou a andar de bicicleta. Não era preciso mais.

À noite, sob os cobertores, conversamos baixinho com o irmão na cama ao lado, rindo por besteira, com medo que algum adulto ouvisse e desligue esse pequeno mundo de cumplicidade.

Essa geração está indo, pouco a pouco, como uma fotografia que perde a cor,

mas ninguém quer jogar fora. Nós nos afastamos silenciosamente, levando uma mala invisível: o eco do riso na rua, o cheiro de pão acabado de fazer, corridas sem sentido e aquela liberdade que eu não conhecia notificações.

Nós éramos crianças quando ainda se podia ser. E talvez essa seja a nossa maior fortuna.”

(José Vergara)

 

24.08.25

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Domingo, na minha humilde opinião – opinião de um chato – é o dia mais bobo da semana. Não sei dizer o porquê disso. É apenas uma intuição, sensação, cima. Dia bobo. Punto i basta. assim, da bobice do dia nasceu a vontade de partilhar algo que pode parecer bobagem, mas... há controvérsias. Não sei quem é o autor desta “pérola” (?). Mas entre as tantas opções que a “rede” oferece, vai uma para quem gosta de “checagem” de fontes:

(1) Instagram.

Todas as tardes, dez amigos se encontravam no Bar do Leôncio, no centro da pacata cidade de Santa Aurora, para beber, conversar e esquecer um pouco as preocupações da vida.

A conta era sempre a mesma: R$ 100,00 por rodada de cerveja.

Mas eles nunca dividiam essa conta igualmente, pois sabiam que suas realidades eram muito diferentes — e então decidiram contribuir de forma proporcional ao que cada um podia pagar:

Os quatro mais pobres não pagavam nada.

O quinto, que fazia bicos, pagava R$ 1,00.

O sexto, com um trabalho irregular, dava R$ 3,00.

O sétimo, que tinha um salário fixo, contribuía com R$ 7,00.

O oitavo, funcionário público, pagava R$ 12,00.

O nono, dono de um pequeno negócio, desembolsava R$ 18,00.

E o décimo, o mais rico — um investidor de sucesso — bancava o restante: R$ 59,00.

Todos achavam justo. Todos brindavam juntos. Todos se beneficiavam da cerveja.

 Era como funcionam os impostos progressivos no Brasil e em muitos países:

Quem tem mais, contribui mais.

Um dia, o Leôncio, dono do bar, apareceu com uma novidade:

— Meus amigos, vocês têm sido clientes fiéis. Hoje, vou dar um desconto: a rodada vai sair por R$ 80,00!

Foi só alegria. Mais risadas, mais brindes, e até um “viva ao Leôncio!”

Mas aí surgiu uma dúvida:

Como dividir esse desconto de R$ 20,00 de forma justa?

Se os R$ 20,00 fossem divididos igualmente entre os dez, os quatro que nunca pagaram passariam a “receber” dinheiro só por estarem ali — o que parecia estranho.

Então Artur Dourado, o mais rico, propôs:

— E se a gente repartir o desconto na mesma proporção de antes? Cada um ganha um alívio conforme já contribuía. Assim, ninguém perde.

Todos concordaram.

E o novo valor ficou assim:

O 5º passou de R$ 1,00 para R$ 0,00.

O 6º de R$ 3,00 para R$ 2,00.

O 7º de R$ 7,00 para R$ 5,00.

O 8º de R$ 12,00 para R$ 9,00.

O 9º de R$ 18,00 para R$ 14,00.

O 10º (o mais rico) de R$ 59,00 para R$ 50,00.

Todos pagaram menos.

Ninguém saiu no prejuízo.

Todos economizaram.

Mas aí começaram as reclamações...

“Peraí… por ser mais rico economizou R$ 9,00 e eu só R$ 1,00?”

— “Isso não é justo!”— “Os ricos sempre se dão melhor!”

— “Ele tá ganhando mais que a gente com esse desconto!”

Tomados pela indignação, os nove amigos se revoltaram contra o amigo mais rico.

Chamaram-no de aproveitador. Disseram que o sistema favorecia os ricos.

Reclamaram tanto… que no dia seguinte, ele  não apareceu mais.

E foi só nesse momento que entenderam:

❌ Sem ele, os outros não conseguiam juntar nem metade da conta.

❌ Sem ele, o sistema não se sustentava.

❌ Sem ele… não havia mais cerveja para ninguém.

 Essa história mostra, de forma simples, como funcionam os impostos progressivos:

Quem ganha mais, paga mais.

Mas se você pune quem sustenta a estrutura, o sistema inteiro desmorona.

Moral da história:

“O socialismo fracassa… quando acaba o dinheiro dos outros.”

18.08.25

Por favor.

Ao atravessar a rua na faixa para pedestres, onde não há sinal elétrico, faça sinal com a mão. O pedestre tem prioridade, de acordo com o artigo 69 do CTB – Código de Trânsito Brasileiro, mas, por segurança, é bom sinalizar.

Repasse para seus contatos e peça a seus contatos que façam o mesmo com os contatos deles.

13.08.25

Resultado de imagem para poesia
Recebi um vídeo de um amigo com este texto sendo dito por um senhor para uma mocinha. O vídeo foi publicado por @poesianua que parece estar localizado aqui: (1) Instagram (para quem quiser buscar a “fonte”). Tomei birra desta expressão. Não era o texto que queria ter partilhado hoje, mas...

“Você não veio ao mundo para ser perfeita.
Veio para sentir, cair, levantar, rir alto, errar feio e ainda assim florescer.
Sim, todos nós tropeçamos, enfrentamos sombras, nos arrependemos de escolhas, nos perdemos em nós mesmos. Mas você não é o erro que cometeu numa noite silenciosa. Você é o que aprendeu depois dele. Você é a luz que renasce quando decide não desistir.
Cometa erros. Erros intensos, coloridos, cheios de vida. Erros que te sacodem por dentro e te ensinam a dançar com o caos. Erros que te mostram que a vida real, a que pulsa de verdade, mora fora do script.
E se tem uma coisa que precisa mudar, é esse hábito de se diminuir. Você diz que quer paz, mas ainda cultiva guerras internas. Você diz que merece amor, mas ainda aceita migalhas.
Você diz que quer mudar, mas permanece onde tudo te paralisa.
Chega.
Chega de viver como um paradoxo que sangra em silêncio. Você tem o direito de recomeçar quantas vezes forem necessárias. Tem o direito de mudar de ideia, de direção, de pele.
Tem o direito de sair do casulo e voar, mesmo com as asas ainda curando.
Hoje é dia de parar de sobreviver e começar a viver.
Permita-se brilhar com as cicatrizes, com os tropeços, com os pedaços que você colou com as próprias mãos. A vida não exige perfeição. Ela só quer que você esteja presente.
Com alma, com coragem, com verdade.
Porque meu Deus… você merece ser feliz.
Merece a vida inteira te aplaudindo de pé.
Merece ser exatamente quem sempre sonhou ser, em voz alta, em cores vibrantes, em pele arrepiada de tanto sentir.”

04.07.25

Fazendo limpeza no computador, encontrei este texto. Infelizmente, não consegui localizar a fonte (Ai, como detesto esta expressão, sobretudo na atualidade – outra expressão execrável...!). Ainda assim, joguei no google e encontrei este sítio (https://armazemdetexto.blogspot.com/2020/09/cronica-quero-voltar-confiar-arnaldo.html) deve haver outros). Serve este como forma de dizer que não estou a cometer plágio...

Quero voltar a confiar! 

Fui criado com princípios morais comuns: quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal-educada aos mais velhos, professores ou autoridades… Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão. Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo? Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o *“TER”*, viva o *“SER”*. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã! E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?... Precisamos tentar… 

 

21.06.25


Charles Aznavour é um chansonier francês. Prefiro o termo da língua de Flaubert a cantor, neste caso. Fica mais expressivo, além de mais chique. Dentre as muitas composições que eternizou com suas intepretações, uma me chama particular atenção por conta de um sentimento, uma sensação que venho experimentando desde que completei seis décadas de existência. Ano que vem, completo 70 anos de vida. É muita coisa. Então, depois de ouvir – ainda uma vez – a canção que já conhecia (recebia como anexo e uma mensagem de WhatsApp da queridíssima Glória Guiné – resolvi retomar as anotações que partilho aqui no meu blogue. Primeiro, o texto original, em francês. Depois uma tradução minha (que não se esforçou em manter as rimas do original). A canção tem por nome Hier encore. Literalmente, Ontem ainda. Parece que disseram que fica mais “poético” Ainda ontem.

 

Hier encore, j’avais vingt ans
Je caressais le temps et jouais de la vie
Comme on joue de l’amour
Et je vivais la nuit
Sans compter sur mes jours qui fuyaient dans le temps
J’ai fait tant de projets qui sont restés en l’air
J’ai fondé tant d’espoirs qui se sont envolés
Que je reste perdu ne sachant où aller
Les yeux cherchant le ciel mais le cœur mis en terre

 

Hier encore j’avais vingt ans
Je gaspillais le temps en croyant l’arrêter
Et pour le retenir, même le devancer
Je n’ai fait que courir et me suis essouflé
Ignorant le passé, conjuguant au futur

Je précédais de moi toute conversation
Et donnais mon avis que je voulais le bon
Pour critiquer le monde avec désinvolture

 

Hier encore j’avais vingt ans
Mais j’ai perdu mon temps à faire des folies
Qui ne me laissent au fond rien de vraiment précis
Que quelques rides au front et la peur de l’ennui
Car mes amours sont mortes avant que d’exister
Mes amis sont partis et ne reviendront pas
Par ma faute j’ai fait le vide autour de moi
Et j’ai gaché ma vie et mes jeunes années
Du meilleur et du pire en jettant le meilleur
J’ai figé mes sourires et j’ai glacé mes pleurs
Où sont-ils à present, à present mes vingts ans?

.....................................................................................

Ainda ontem, eu tinha vinte anos

Acariciava o tempo e brincava com a vida

Como se brinca com o amor

E vivi a noite

Sem se me importar com meus contar os dias que fugiam no tempo

Fiz tantos planos que ficaram no ar

Fundei tantas esperanças que voaram para longe

Que continuo perdido, não sabendo para onde ir

Meus olhos buscando o céu, mas o coração metido na terra

 

Ainda ontem tinha vinte anos

Desperdicei tempo acreditando retê-lo

E para retê-lo, mesmo antecipando-me ele

Eu só corri e fiquei sem fôlego

Ignorando o passado, conjugando no futuro

Eu me precedi em todas as conversas

E dei minha opinião, que desejei ser a melhor

Para criticar o mundo com desenvoltura

 

Ainda ontem, eu tinha vinte anos

Mas perdi o meu tempo a fazer loucuras

Que no fundo me deixam sem nada realmente específico

A não ser algumas rugas na testa e o medo do tédio

Porque os meus amores estão mortos antes de existirem

Meus amigos partiram e não vão voltar

Por minha causa, criei um vazio à minha volta

E desperdicei minha vida e meus anos de juventude

Do melhor e do pior, deitar fora o melhor

Cristalizei meus sorrisos e congelei minhas lágrimas

Onde eles estão no presente, agora, os meus vinte anos?

 

Quem leu até aqui vai tirar suas próprias conclusões. Não vou dizer mais nada. Deixo ecoar as ideias, as sensações, os sentimentos que esta canção provoca em mim. a ligação para ver/escutar o chansonnier segue abaixo:

https://youtu.be/lWs_gSx-taI

 

17.01.24


Aconteceu assim. Como sempre faço, de vez em quando, doo os livros que li depois de guardados em caixas de papelão. Da última vez foram nove caixas. A Laura, para quem dois as caixas, ficou esfuziante. Feliz da vida, como pinto no lixo! Desta vez, não foi diferente. O que se passa é, por engano, alguns livros, ganhos de seus autores 0 devidamente autografados – ficaram numa das caixas que doei. A pessoa que recebeu – já não posso dizer se estavam numa das nove caixas que ficaram com Laura ou se na última leva – deve ter se desfeito dos livros e um deles foi para num sebo chamado poiesis. Não sei onde fica. Há um homônimo em Belo Horizonte, mas creio que não deve ser este, pois a moça é do Rio de Janeiro. Outra moça. Não a Laura. A moça mandou mensagem hoje pelo Instagram agradecendo (contrafeita, como pude constatar ao final da mensagem) o fato de ter encontrado o livro dela no citado sebo, com seu autógrafo. Ou seja, um dos livros que, por engano, ficaram numa das caixas da última doação. A moça não deu espaço para mais nada. Logo depois do agradecimento, afirmou que ia me cancelar porque na lista de “amigos” dela, no Instagram, só há “amigos”. Logo em seguida, em tom raivoso – depreendido pelas palavras dela –, perguntou se eu não tinha uma lata de lixo em casa. Repetiu que ia me “cancelar” e prometia fazer o mesmo com meus livros que a ela enviei, igualmente autografados. Vingança boba e barata. Ela não me deu chance de explicar meu equívoco que seria, obviamente, seguido de um sentido de desculpas. Mas não. Atacou de frente. Acabou com tudo antes de querer pensar em abrir a porta de uma possibilidade de explicação de minha parte. Estou cancelado! A cada dia que passa, fico mais estarrecido com a superficialidade de tudo e todos... Uma pena... 

10.10.23


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Para os sócios do clube 6.0! É útil, é divertido, é sério. Na absoluta falta de imaginação e ânimo para “inventar” alguma coisa e colocar aqui, faço, ainda uma vez, divulgação de coisas úteis recebidas alhures! Por força do hábito, o texto vai aqui transcrito como recebido, obviamente, entre aspas!

“O CÉREBRO DOS APOSENTADOS

O diretor da Escola de Medicina da Universidade George Washington diz que o cérebro de uma pessoa idosa é muito mais prático do que vulgarmente se acredita. Nessa idade, a interação dos hemisférios esquerdo e direito do cérebro torna-se harmoniosa, o que amplia nossas possibilidades criativas. É por isso que, entre as pessoas com mais de 60 anos, existem muitas personalidades que acabaram de iniciar suas atividades criativas. Claro, o cérebro não é tão rápido como na juventude. Por outro lado, ganha em flexibilidade. Portanto, à medida que envelhecemos, ficamos mais propensos a tomar boas decisões e menos expostos a emoções negativas. O pico da atividade intelectual humana ocorre por volta dos 70 anos, quando o cérebro começa a funcionar a toda velocidade. Com o tempo, aumenta a quantidade de mielina no cérebro, substância que facilita a passagem rápida de sinais entre os neurônios. Graças a isso, as habilidades intelectuais aumentam em relação à média. É importante notar também que depois dos 60 anos uma pessoa pode usar dois hemisférios ao mesmo tempo. Isso permite resolver problemas complexos. O professor Monchi Uri, da Universidade de Montreal, acredita que o cérebro envelhecido escolhe o caminho que consome menos energia, elimina o supérfluo e deixa apenas as boas opções para resolver o problema. Foi realizado um estudo no qual participaram diferentes faixas etárias. Os jovens ficaram muito confusos durante os testes, enquanto as pessoas com mais de 60 anos tomaram as decisões certas. Agora, vamos ver as características do cérebro entre 60 e 80 anos. 

CARACTERÍSTICAS DO CÉREBRO DE UMA PESSOA IDOSA.

  1. Os neurônios do cérebro não morrem, como muitos dizem. As conexões entre eles desaparecem se a pessoa não se aplicar no trabalho mental.  (Nota: a não ser em doenças mentais tipo Alzheimer)
  2. Distração e perda de memória são causadas por muita informação. Portanto, não há necessidade de dedicar toda a vida a banalidades inúteis.
  3. A partir dos 60 anos, uma pessoa que toma decisões não usa apenas um hemisfério do cérebro, como os jovens, mas os dois.
  4. Conclusão: se tem um estilo de vida saudável com atividade física viável e é ativa mentalmente, as suas habilidades intelectuais NÃO diminuem com a idade, elas aumentam, atingindo o pico na idade de 80-90 anos!!

DICAS DE SAÚDE:

  1. Não tenha medo da velhice.
  2. Esforce-se por se desenvolver intelectualmente.
  3. Aprenda e leia; aprenda a tocar um instrumento musical, a pintar quadros, a dançar!
  4. Interesse-se pela vida, encontre amigos e comunique com eles, fazendo planos para o futuro. Viaje!
  5. Não se esqueça de ir a lojas, cafés, cinemas.
  6. Não se feche em casa!
  7. Seja positivo e viva com o seguinte pensamento: todas as coisas boas ainda estão por vir!

FONTE: New England Journal of Medicine.

15.08.23

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Alguém poderia me dizer, procurando ser o mais equilibrado possível, a que data se refere este trecho de chamada de artigos? Estou na dúvida. Com o axioma da relatividade da História, não sei dizer se se trata do passado ou do presente. Tirei o nome da revista para não incorrer em crime de questão. andam inventando tantos crimes que daqui a pouco serei condenado por estar respirando fora do rimo “adequado”. Segue o trecho da chamada: “a publicação de um dossiê temático dedicado aos debates sobre a produção poética brasileira, com ênfase nos vínculos que ela estabeleceu e estabelece com os chamados anos de chumbo. Nesse sentido, convidamos a comunidade acadêmica para a submissão de trabalhos que realizem uma (re)leitura de crítica de poetas, poéticas, poemas e movimentos (...), nos quais se observam, em diferentes níveis e de inúmeras formas, o impacto da vida no país sob um regime autoritário que censurou, perseguiu, torturou e assassinou vozes dissidentes. Estes olhares podem voltar-se para as vozes consagradas do período, expandido a fortuna crítica de autores e autoras mais conhecidos, com ênfase em suas articulações com o contexto histórico-político e as estratégias de posicionamento crítico numa sociedade marcada pelo medo e a violência. Igualmente são esperados resultados de pesquisas que visam recuperar vozes poéticas ignoradas nos círculos críticos hegemônicos após o processo de redemocratização, especialmente vozes mais identificadas com a militância contra o regime ou pertencentes a grupos sociais marginalizados.”

12.06.23

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Dizem que hoje é Dia dos Namorados. Mundo afora comemora-se esse dia em 14 de fevereiro, dia de São Valentim. Vai sabe o porquê da diferença. De qualquer jeito, li o que segue abaixo numa publicação de Elaine dos Santos, amiga querida, ex-aluna admirada e respeitada. Gostei tanto da verve irônica que resolvi compartilhar. Pode já ser conhecido... Não há problema nisso, é mais uma postagem que faço... ah... desconheço a autoria...

Esclarecendo alguns equívocos

O amor não ilumina o seu caminho. O nome disso é poste.
O amor não é aquilo que supera barreiras. O nome disso é gol de falta.
O amor não traça o seu destino. O nome disso é GPS.
O amor não te dá forças para superar os obstáculos. O nome disso é tração nas quatro rodas.
O amor não mostra o que realmente existe dentro de você. O nome disso é endoscopia.

O amor não atrai os opostos. O nome disso é imã.
O amor não é aquilo que te deixa sem fôlego. O nome disso é asma.
O amor não é aquilo que te faz perder o foco. O nome disso é miopia.
O amor não é aquilo que te deixa maluco, te fazendo provar várias posições na cama. Isso é insônia. (PQP!)
O amor não faz os feios ficarem pessoas maravilhosas. O nome disso é dinheiro.
O amor não é o que o homem faz na cama e leva a mulher à loucura. O nome disso é esquecer a toalha molhada. (PQP)
O amor não faz a gente enlouquecer, não faz a gente dizer coisas pra depois se arrepender. O nome disso é vodka.
O amor não faz você passar horas conversando no telefone. O nome disso é promoção da Tim, Oi, Vivo ou Claro.
O amor não te dá água na boca. O nome disso é bebedouro.
Amor não é aquilo que, quando chega, você reza para que nunca tenha fim.
Isso é férias. O amor não é aquilo que entra na sua vida e muda tudo de lugar.
O nome disso é empregada nova.
O amor não é aquilo que gruda em você, mas quando vai embora arranca lágrimas. O nome disso é cera quente.

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