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As delícias do ócio criativo

As delícias do ócio criativo

Dizem

Foureaux, 01.11.22

Dizem que o autor do texto que segue é do Nicolau Maquiavel. Segundo ouvi dizer por aí, ele mesmo não era maquiavélico (sic)! De uma forma ou de outra, devo dizer que não fui “às fontes”. Não gastei meu tempo procurando saber se é fato mesmo que a autoria é mesmo do Maquiavel. Não tenho o costume de fazer isso, sobretudo quando faço postagens em meu blogue – que é “meu”! Dizem que isso é errado. Não faço por pura preguiça. E não tenho vergonha disso. Como ele, o blogue, tem pouquíssimos leitores, o risco de receber a visita do “federal black uber” é mínimo! Vai ver é por isso mesmo que acabei taxado de fascista, intolerante, preconceituoso. Nada contra. cada um pensa o que quiser do outro. Não posso fazer nada. Chega de blá-blá-blá. Segue o texto.

“Um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos, não merece a liberdade. Merece a escravidão. Um país cujas leis são lenientes e beneficiam bandidos, não tem vocação para a liberdade. Seu povo é escravo por natureza. Um povo cujas instituições, públicas e privadas, estão em boa parte corrompidas, não tem futuro. Uma pátria, onde receber dinheiro mal havido a qualquer título é algo normal, não é uma pátria, pois nesse lugar não há patriotismo, apenas interesses e aparências. Um país onde os poucos que se esforçam para fazer prevalecer os valores morais, como honestidade, ética, honra, são sufocados e massacrados, já caiu no abismo há muito tempo. Só tenho compaixão daqueles bravos, que se revoltam com esse estado de coisas. Àqueles que consideram normal essa calamidade, não tenho nenhum sentimento. Como é perigoso libertar um povo que prefere a escravidão!”