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As delícias do ócio criativo

29.08.25

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Anteontem compartilhei um vídeo na minha lista de contatos do WhatsApp. O vídeo mostrava a chegada de um dos injusta e indecentemente presos do famigerado 8 de janeiro. Antes de prosseguir, devo reafirmar minha convicção de que aqueles que DE FATO depredaram patrimônio público devem ser exemplarmente punidos. Os demais (na verdade, aqueles que restaram presos... sem qualquer justificativa plausível). ao contrário, não deveriam estar passando pelo inferno imposto por um psicopata autoritário. Continuando... No vídeo, o rapaz chegar ao velório da avó, depois do requerimento feito por seu pai que, inexplicavelmente foi acatado e deferido pelo já citado psicopata. Um horror. Uma vergonha. Uma canalhice. Não sei quantos militares armados até os dentes. O rapaz algemado, usando uniforme do presídio. Uma vilania indecente, criminosa, inexplicável. No mesmo vídeo aparecem trechos do cachaceiro, condenado, que usurpou a presidência da república, acompanhado apenas de homens de terno. Ele mesmo vestido normalmente, acenando para o populacho como se estivesse num palanque – a única atitude que esse verme sabe tomar. Não vou pedir desculpas pelo vocabulário para expressar mi9nha indignação com toda a franqueza de que sou capaz no momento. Fui dormir indignado aquela noite. Agora, ao me lembrar das imagens, indigno-me outra vez. Então, ainda que ingenuamente – ão me importo com o julgamento que procederá esta postagem – pensei num sentimento inato ao homem, mesmo que pouco partilhado e reconhecido nos dias que correm. Deixo a indignação um pouco de lado e partilho o poema que seguem. as conclusões correm por conta do(s) leitor(es)

Alberto Caeiro

O amor é uma companhia

O amor é uma companhia.

Já não sei andar só pelos caminhos,

Porque já não posso andar só.

Um pensamento visível faz-me andar mais depressa

E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.

Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.

E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.

Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.

Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.

Todo eu sou qualquer força que me abandona.

Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.

 (10-7-1930 – “O Pastor Amoroso”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. (Nota explicativa e notas de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor. Lisboa: Ática, 1946, 10ª ed., 1993).

A fonte: Arquivo Pessoa: Obra Édita - O amor é uma companhia -

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25.08.25

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O texto que partilho – para não faltar ao costume! – não é de minha autoria. Tenho a impressão de que é bastante corriqueiro e que já deve estar circulando há mito tempo. Não vou verificar isso – de novo, para não faltar ao costume – por pura, declarada, assumida e sincera preguiça. De qualquer maneira, vai o texto que, acredito, faz pensar, mesmo sabendo que este verbo expressa atividade cada vez menos valorizada e mais vilipendiada, haja vista o que anda acontecendo por aqui, na terra dos Burundangas... O assunto já não é novidade, mas, infelizmente, tem sustentado bravatas de profunda imbecilidade e tendenciosidade... ai, que preguiça. Evoé, Macunaíma!

“Nós somos aquela geração que não vai voltar.

Crescemos com sapatos cheios de pó, joelhos raspados e coração apressado.

não para olhar para uma tela, mas para terminar o lanche e sair correndo para a rua — onde a única coisa importante era uma bola e alguns amigos.

Nós éramos os que voltávamos da escola a pé. falando alto ou sonhando em silêncio, com a mente já no próximo jogo, na próxima aventura, entre um buraco na areia e um segredo sussurrado atrás de um canto.

Um pau podia ser uma espada, uma poça virava um mar para conquistar.

Nossos tesouros eram berlindes, cromos, barquinhos de papel. E o céu, nosso único limite.

Não tínhamos backups, apenas memórias na mente e nos rolos fotográficos.

As fotos eram tocadas, cheiradas, guardadas em gavetas – junto a cartas escritas à mão, postais dos avós, e desenhos coloridos que os pais guardavam como joias.

Nós chamávamos de ‘mãe’ a quem curava nossas febres e ‘pai’ a quem nos ensinou a andar de bicicleta. Não era preciso mais.

À noite, sob os cobertores, conversamos baixinho com o irmão na cama ao lado, rindo por besteira, com medo que algum adulto ouvisse e desligue esse pequeno mundo de cumplicidade.

Essa geração está indo, pouco a pouco, como uma fotografia que perde a cor,

mas ninguém quer jogar fora.

Nós nos afastamos silenciosamente, levando uma mala invisível: o eco do riso na rua, o cheiro de pão acabado de fazer, corridas sem sentido e aquela liberdade que eu não conhecia notificações.

Nós éramos crianças quando ainda se podia ser.

E talvez essa seja a nossa maior fortuna. 

(José Vergara)”

 

24.08.25

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Domingo, na minha humilde opinião – opinião de um chato – é o dia mais bobo da semana. Não sei dizer o porquê disso. É apenas uma intuição, sensação, cima. Dia bobo. Punto i basta. assim, da bobice do dia nasceu a vontade de partilhar algo que pode parecer bobagem, mas... há controvérsias. Não sei quem é o autor desta “pérola” (?). Mas entre as tantas opções que a “rede” oferece, vai uma para quem gosta de “checagem” de fontes:

(1) Instagram.

Todas as tardes, dez amigos se encontravam no Bar do Leôncio, no centro da pacata cidade de Santa Aurora, para beber, conversar e esquecer um pouco as preocupações da vida.

A conta era sempre a mesma: R$ 100,00 por rodada de cerveja.

Mas eles nunca dividiam essa conta igualmente, pois sabiam que suas realidades eram muito diferentes — e então decidiram contribuir de forma proporcional ao que cada um podia pagar:

Os quatro mais pobres não pagavam nada.

O quinto, que fazia bicos, pagava R$ 1,00.

O sexto, com um trabalho irregular, dava R$ 3,00.

O sétimo, que tinha um salário fixo, contribuía com R$ 7,00.

O oitavo, funcionário público, pagava R$ 12,00.

O nono, dono de um pequeno negócio, desembolsava R$ 18,00.

E o décimo, o mais rico — um investidor de sucesso — bancava o restante: R$ 59,00.

Todos achavam justo. Todos brindavam juntos. Todos se beneficiavam da cerveja.

 Era como funcionam os impostos progressivos no Brasil e em muitos países:

Quem tem mais, contribui mais.

Um dia, o Leôncio, dono do bar, apareceu com uma novidade:

— Meus amigos, vocês têm sido clientes fiéis. Hoje, vou dar um desconto: a rodada vai sair por R$ 80,00!

Foi só alegria. Mais risadas, mais brindes, e até um “viva ao Leôncio!”

Mas aí surgiu uma dúvida:

Como dividir esse desconto de R$ 20,00 de forma justa?

Se os R$ 20,00 fossem divididos igualmente entre os dez, os quatro que nunca pagaram passariam a “receber” dinheiro só por estarem ali — o que parecia estranho.

Então Artur Dourado, o mais rico, propôs:

— E se a gente repartir o desconto na mesma proporção de antes? Cada um ganha um alívio conforme já contribuía. Assim, ninguém perde.

Todos concordaram.

E o novo valor ficou assim:

O 5º passou de R$ 1,00 para R$ 0,00.

O 6º de R$ 3,00 para R$ 2,00.

O 7º de R$ 7,00 para R$ 5,00.

O 8º de R$ 12,00 para R$ 9,00.

O 9º de R$ 18,00 para R$ 14,00.

O 10º (o mais rico) de R$ 59,00 para R$ 50,00.

Todos pagaram menos.

Ninguém saiu no prejuízo.

Todos economizaram.

Mas aí começaram as reclamações...

“Peraí… por ser mais rico economizou R$ 9,00 e eu só R$ 1,00?”

— “Isso não é justo!”— “Os ricos sempre se dão melhor!”

— “Ele tá ganhando mais que a gente com esse desconto!”

Tomados pela indignação, os nove amigos se revoltaram contra o amigo mais rico.

Chamaram-no de aproveitador. Disseram que o sistema favorecia os ricos.

Reclamaram tanto… que no dia seguinte, ele  não apareceu mais.

E foi só nesse momento que entenderam:

❌ Sem ele, os outros não conseguiam juntar nem metade da conta.

❌ Sem ele, o sistema não se sustentava.

❌ Sem ele… não havia mais cerveja para ninguém.

 Essa história mostra, de forma simples, como funcionam os impostos progressivos:

Quem ganha mais, paga mais.

Mas se você pune quem sustenta a estrutura, o sistema inteiro desmorona.

Moral da história:

“O socialismo fracassa… quando acaba o dinheiro dos outros.”

23.08.25

Beijo Sem Plano De Fundo
O vídeo com a mocinha que declama em Espanhol é uma delicadeza. Lindo. Procurei na “rede” pelo texto original. Não sei se o encontrei na íntegra. O que partilho hoje é, supostamente, este poema. (Poema SI TE BESARA, de RomeoAimeJ, en Poemas del Alma) Ainda que haja diferenças entre o texto e a declamação em vídeo. Isso não é um problema, absolutamente. No que tange à poesia, esse tipo de discrepância pode ser acolhido como “licença poética” do leitor. Não apropriação indébita, não há plágio, não há crime. É bom que se diga. Em tempos que prenunciam m crime em cada piscada, suspiro ou passo, é bom se prevenir. O poema é lindo, por isso compartilho no original. Penso que, neste caso, traduzir seria uma transgressão. Tiraria de mim, principalmente, o doce sentido do enlevo que ver o vídeo e ler o poema me causaram.

 

Sí, yo te beso en la boca,

porque es de ahí de donde manan los te quiero que derribaban mis murallas

 

Si yo te beso en la boca

es porque de ahí mana el amor en forma de palabras.

 

Ahí va…

 

Si te besara la espalda,

estaría buscando un refugio, de todos mis miedos, frustraciones y demonios...

 

Un lugar donde estar seguro bajo tu protección...

si te besara la nuca, estaría esperando un susurro tuyo...

uno que diga te quiero...

uno que diga estoy aquí.

si te besara el cabello....

estaría buscando atrapar tu olor para soportar el infinito vacío

y sensación de desesperación que habrá en los días venideros.

 

/SUSPIRO/

 

...De nuevo...

 

Si te besara en el cuello es porque estaría buscando el camino

hacia esos labios rojos...

para sentir que estoy vivo...

para sentir que hay una luz al final del camino...

por qué en una noche oscura me encuentro y no veo la salida...

 

Si te besara en la mejilla.

estaría buscando que entiendas que también estoy aquí...

aunque sin lógica y sin sentido...

estaría diciéndote que podemos caminar juntos aun en las espinas...

aun en los pantanos...

aun en lo incierto...

 

Si besara la comisura de tus ojos... oh Dios.

estaría diciéndote que valoro tu vida, tu esfuerzo... tus batallas ...

tu lucha constante...

valiente guerrera.

ok, otra vez....

 

//lagrimas//

 

Si besara tus hombros no sabría qué es lo que quiero ni qué deseo...

quizás solo buscaría sentir tu calor... tu sudor...y respiraría sobre el

tratando de decir millones de palabras bonitas

para que no tengas que partir…

 

//respiraciones agitadas ///

 

NO no..nooo…

 

SOLTAR…

 

si besara tus manos… seria para decirte que encontré el caminho –

que luché con mis demonios y los vencí

para decirte que, a pesar de todo, esta vez será más divertido...

para decirte que las barreras para ti siempre estuvieron derribadas...

las puertas forzadas y mi alma desnuda...

 

//sé que ya la viste//

 

Si besara tus dedos.... estaría buscando el adiós...

el último adiós...

pues el camino se ha terminado...

y ya no existe 

si tan solo entendiera mi alma todo lo que dije...

antes que empiecen a sangrar nuevamente todas las heridas,

antes que tengamos que odiarnos y desearnos a la vez,

antes que llegue el hastío y el aburrimiento...

 

... recuerdame mientras me olvidas...

 

... té

 

 

18.08.25

Por favor.

Ao atravessar a rua na faixa para pedestres, onde não há sinal elétrico, faça sinal com a mão. O pedestre tem prioridade, de acordo com o artigo 69 do CTB – Código de Trânsito Brasileiro, mas, por segurança, é bom sinalizar.

Repasse para seus contatos e peça a seus contatos que façam o mesmo com os contatos deles.

13.08.25

Resultado de imagem para poesia
Recebi um vídeo de um amigo com este texto sendo dito por um senhor para uma mocinha. O vídeo foi publicado por @poesianua que parece estar localizado aqui: (1) Instagram (para quem quiser buscar a “fonte”). Tomei birra desta expressão. Não era o texto que queria ter partilhado hoje, mas...

“Você não veio ao mundo para ser perfeita.
Veio para sentir, cair, levantar, rir alto, errar feio e ainda assim florescer.
Sim, todos nós tropeçamos, enfrentamos sombras, nos arrependemos de escolhas, nos perdemos em nós mesmos. Mas você não é o erro que cometeu numa noite silenciosa. Você é o que aprendeu depois dele. Você é a luz que renasce quando decide não desistir.
Cometa erros. Erros intensos, coloridos, cheios de vida. Erros que te sacodem por dentro e te ensinam a dançar com o caos. Erros que te mostram que a vida real, a que pulsa de verdade, mora fora do script.
E se tem uma coisa que precisa mudar, é esse hábito de se diminuir. Você diz que quer paz, mas ainda cultiva guerras internas. Você diz que merece amor, mas ainda aceita migalhas.
Você diz que quer mudar, mas permanece onde tudo te paralisa.
Chega.
Chega de viver como um paradoxo que sangra em silêncio. Você tem o direito de recomeçar quantas vezes forem necessárias. Tem o direito de mudar de ideia, de direção, de pele.
Tem o direito de sair do casulo e voar, mesmo com as asas ainda curando.
Hoje é dia de parar de sobreviver e começar a viver.
Permita-se brilhar com as cicatrizes, com os tropeços, com os pedaços que você colou com as próprias mãos. A vida não exige perfeição. Ela só quer que você esteja presente.
Com alma, com coragem, com verdade.
Porque meu Deus… você merece ser feliz.
Merece a vida inteira te aplaudindo de pé.
Merece ser exatamente quem sempre sonhou ser, em voz alta, em cores vibrantes, em pele arrepiada de tanto sentir.”

10.08.25

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Pigmaleão ou Pigmaleão (grafia menos correta, tendo em conta a etimologia do latim Pygmalion, -onis, do grego Pugmalíon, -onos), na mitologia grega, foi um rei da ilha de Chipre, que, segundo Ovídio, poeta romano contemporâneo de Augusto, também era escultor e se apaixonou por uma estátua que esculpira ao tentar reproduzir a mulher ideal. Ele havia decidido viver em celibato na ilha por não concordar com a atitude libertina das mulheres dali, conhecidas como cortesãs. Até aqui, copiei da Wikipedia. O mito rendeu várias apropriações, como uma telenovela com Tônia Carrero (Pigmalião 70). História que costuma confundir. Penso que Sweet bird of youth, do Tennessee Williams, também pega carona no mito. Não há dúvida sobre o fato de que Fialho de Almeida, em seu conto “O funâmbulo” também passou os olhos – ou a imaginação! – pelo mito. De uma ou de outra forma, o que me traz à memória o mito é uma pequena passagem de um filme delicadíssimo e, simultaneamente, denso, pesado, forte, contundente. Um soco no estômago. O enredo narra a história, ou um passo dela, de um funcionário público britânico nos anos 50 do século 20. O plot: um burocrata do departamento de obras que descobre ter um câncer em estado terminal. O momento-chave para mim, no que diz respeito ao mito, é a conversa que ele tem com um ex-funcionária do departamento que coordenava. O diálogo, quase um solilóquio, na verdade, abre esta brecha, mas não é tudo no filme. Toda a história é uma sequência de lições e fragmentos de sofismas sobre a existência, as relações, o sentido de tudo. A narrativa flui, a certa altura, por flashbacks do protagonista. As demais personagens são como espectros que rondam a cabeça do protagonista que disto se dá conta logo depois do citado “diálogo”. A delicadeza contundente do filme é de uma elegância e de uma clareza impecáveis. As atuações seguem o mesmo caminho. Vi o filme sob estado de alerta. Chegando aos 70 este tipo de pensamento me ocorre sem sustos. O sentido de existir pode se desvelar num átimo inesperado, pelas razões mais diversas, e as consequências são, por natureza, inesperadas. A descoberta que se tem pouco tempo de vida – isso, a cada dia, parece estar mais distante do rol de “preocupações” do ser humano – pode causar as diversificadas elucubrações. Os recursos da medicina, hoje, retroalimentam a ilusão de que a longevidade é algo que beira a perfeição. Que ilusão. A materialidade da existência é irrecorrível em sua finitude. A fé pode sustentar certa consciência, mas a certeza do fim – pelo menos de uma “etapa” – é inescapável. Não há mais o que dizer. Veja o filme e tire suas próprias conclusões.

Ah... para quem gosta deste tipo de informação (estas também foram copiadas da Wikipedia), Living, nome original do filme, é um longa-metragem de drama britânico lançado em 2022, dirigido por Oliver Hermanus, a partir de um roteiro de Kazuo Ishiguro, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 2017, adaptado do filme japonês de 1952, Ikiru, dirigido por Akira Kurosawa, que por sua vez foi inspirado na novela russa de 1886, A morte de Ivan Ilyich, de Tolstoi.

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02.08.25

Resultado de imagem para educação financeira
Li o texto que segue numa postagem de Instagram. Na pressa de salvar, esqueci de copiar a fonte. Compartilho mesmo assim, sem acrescentar sequer uma vírgula...

“Um preso condenado à pena de morte a aguardar pela execução, pediu como último desejo um lápis e papel. Após escrever por vários minutos, o condenado chamou o guarda prisional e pediu que essa carta fosse entregue à sua mãe biológica.

A CARTA DIZIA...

Mãe, se houvesse mais justiça neste mundo seríamos os dois executados e não apenas eu. És tão culpada quanto eu sou pela vida que tenho levado.

LEMBRA quando roubei e levei pra casa a bicicleta de um menino como eu?

Você me ajudou a escondê-la para que meu pai não descobrisse.

LEMBRA quando roubei dinheiro da carteira do vizinho?

Você foi comigo gastá-lo no centro comercial.

LEMBRA quando discutiu com meu pai e ele foi embora?

Ele só queria corrigir-me por eu ter roubado o resultado final do curso que acabei sendo expulso.

Mãe, eu era só uma criança, pouco tempo depois tornei-me um adolescente problemático e agora sou um homem bastante mal formado.

Mãe, eu era apenas uma criança que precisava de correção e não de aprovação. Mas mesmo assim eu te perdôo!

Só peço que faça essa carta chegar ao maior número de pais do mundo, para eles saberem que o que faz todos os homens se tornarem pessoas do bem ou do mal... é a EDUCAÇÃO.

Obrigado mãe, por me teres dado a vida e por me ajudares a perdê-la.

Ass: O teu filho delinquente.”

REFLEXÃO:

Quem se nega a castigar seu filho, não o ama. Quem o ama não hesita em discipliná-lo. (Provérbios 13: 24)

A educação é a arma mais poderosa que tu pode usar para mudar o mundo (Nelson Mandela)

Educação e repreensão começam nos primeiros anos da infância e duram até o último dia de vida (Pitágoras)

Educar as crianças, para que não seja necessário punir os adultos (Pitágoras)

 

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